
BRUNO CAETANO

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13/05
Bruno Caetano é um jovem torcedor do São Paulo, mas já com destaque na política estadual, ocupando o cargo de Secretário de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo.
Com 29 anos, é Cientista Social e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo.
Abaixo a entrevista com o Secretário de Comunicação Bruno Caetano:
TNW: Desde quando o senhor torce pelo São Paulo? BC: Desde quando nasci! Meu pai colocou no quarto da maternidade uma camisa do São Paulo. TNW: O senhor costuma ir ao estádio? BC:Sempre. Freqüento o Morumbi desde os tempos de criança. Até os doze, treze anos ia sempre com meu pai. Depois disso, com amigos. No começo dos anos noventa, aquela fase maravilhosa do time do Telê, não perdia nenhum jogo. Cheguei inclusive a matar aula para ir aos jogos da Libertadores no Morumbi, a tarde. Recordo que ia de ônibus até o shopping Morumbi e lá encontrava alguns amigos e caminhávamos até o estádio. Era uma festa. TNW: Qual o melhor time do São Paulo que o senhor viu jogar? BC: Os times do Telê. Aquele time que venceu o primeiro mundial é inesquecível: craques como Zetti, Cerezo, Cafu, Muller, Raí e Palhinha TNW: Qual foi a última partida que o senhor assistiu no Morumbi? BC: O último jogo do São Paulo no estádio na Libertadores, contra o Nacional do Uruguai. Na próxima quarta-feira, contra o Fluminense, também estarei lá. TNW: Qual foi o jogo que mais marcou em sua vida, aquele jogo que você não vai esquecer jamais? BC:Foram tantos jogos. É claro que os dois primeiros mundiais e as duas primeiras libertadores foram especiais. Mas pelas circunstâncias e dramaticidade do jogo fico com a partida contra o Liverpool, quando ganhamos a terceira estrela. TNW: O senhor estava presente nestes jogos? BC: Infelizmente não fui ao Japão. Mas as três Libertadores eu acompanhei. Não perdi nenhum jogo no Morumbi. TNW: Qual o título mais importante que o São Paulo ganhou, em sua opinião? BC: Os títulos da Libertadores e dos Mundiais. É o nosso grande diferencial no futebol brasileiro, marca que os outros clubes terão dificuldades de superar. TNW: Faça uma Seleção do São Paulo de todos os tempos, do goleiro ao ponta-esquerda. A composição tática fica por sua conta. BC: Difícil, para não cometer injustiças, vou comentar apenas os jogadores que vi jogar. Isso quer dizer de meados da década de oitenta até agora. Sei que com esse critério deixo monstros sagrados de fora, como Leônidas, Zizinho, Mauro, Canhoteiro, Forlan, Pedro Rocha, Roberto Dias, Gerson, Serginho e tantos outros. Mas vamos aos onze que vi jogar, escalados no tradicional 4-4-2: Rogério Ceni; Cafu, Válber, Ricardo Rocha e Leonardo; Mineiro, Cerezo, Raí e Palhinha; Muller e Careca. TNW: Qual o seu maior ídolo entre os jogadores do Tricolor em toda a história? BC: Sem dúvida nenhuma o nosso grande Rogério Ceni! TNW: O senhor é sócio do clube? BC: Ainda não. Mas devo me associar esse ano. TNW: Participa de alguma maneira da vida do São Paulo? BC: Sim, principalmente não perdendo nenhum jogo no Morumbi. Sou ainda sócio-torcedor desde o lançamento do programa. TNW: Acompanha o noticiário de algum esporte amador do São Paulo? BC: Acompanho em geral. TNW: Este ano ganhamos o título Brasileiro. Somos pentacampeões. O que o senhor espera em termos de títulos para o próximo ano? BC: Para economizar: 6-4-4 ! TNW: Deixe uma mensagem aos jogadores e torcedores do São Paulo. BC: A minha mensagem é de muito otimismo e confiança em nosso clube. Sei que o trabalho que está sendo desenvolvido pela diretoria, jogadores e comissão técnica é de excelente qualidade. Se o time ainda não encantou esse ano, tenho certeza que na hora da decisão o apoio da torcida e a tradição da nossa camisa vão pesar e desequilibrar em nosso favor. Está na hora dos jogadores darem aquele algo mais e a torcida comparecer em grande número e apoiar o time do começo ao fim. Espírito de Libertadores! E que venha Fluminense, Santos, Boca... Chelsea / Manchester!
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